Sábado, 10 de Janeiro de 2009

From the students of Gaza, to the Students of the World...

Reproduzido do Blog "Moments of Gaza"
To whom it may concern: my name is… who cares? Dignity, resistance, resilience… they all drove me nowhere. They are but scribbles on the walls of my history. They are dreams of a people swallowed by gluttony. They are cause and effect, lies and regrets, to erase and forget.
Shame on those who read me, and turn their backs somewhere. It is I who made history, past and present, today tomorrow… everywhere.
I hold the word, and fight darkness and despair, from the caves of a wounded people, my ancestors… I still hear them, sharp and clear.
I hold existence, on papers on the desk, on faces in the crowd, on tombs of the martyrs.
I hold life in bread crumbs, with candles, in books on a rusty shelf.
I hold strife with mirth, with children who have taught me to fight with a smile and kill with a prayer.
I hold justice with memory, with a broken poem, exile and a state of nowhere.
I hold death with eternity, an eternal dream, an eternal love, an eternal struggle, an aim, a cause… I know not despair.
I am the subconscious of every human. You cannot eat, you cannot sleep, you cannot dream, I shall haunt you… you who stole… stole the world from me, I shall live not to forget.
On my land, you stole the fruit, the work of a day, the days of a youth, time will take note, place will witness.
When our children, in the morning, awaken; when the milk from their mouths is taken; when the symphonies of tears are shaken; when our mothers and fathers drown, helpless against their infants; when our candle, at night, have melted; when our eyes, swollen and tired, in the fields of an endless night, cry blood and lose their sight; when our bodies from the cold grow weaker; when the only warmth that comes, comes from the elderly that you have broken; when you sit in your golden haven… sit down and take note of this:
Take note; our pens do sway, in every direction. They insist, persist and spit out the bullets of your oppression.
Take note; our journals are filled with the acts of your wretched intentions, of your day-to-day crimes against our existence, of your delirious threats and excruciating torture.
Take note; our tongues will live to narrate, tales of the history of your racism, your apartheid world, and your ignorant hatred.
Take note; children will grow, they are the seeds your oppressions sough.
Take note; we, the wretched, the students of strife, hunger, and poverty, will rise and rise and rise above your cruelty, above your lies, and false "brotherhood" solidarity, we shall rise and rise with the flames of our passionate will to live, on our land, with our people, against all your traps and deadly mazes. We shall return to our homes, against your will, against your bullets and tanks, against your bribes and ranks, against all of your attempts to makes us beasts, the savages against your so-called "liberty."
Take note; o you slavish corpses, you dormant rulers, and forgetful masses!
Natalie Abou Shakra

Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

A voz de um homem exemplar...

Reproduzido do Blog "RS Urgente"

O jornalista israelense Gideon Levy está produzindo, nas páginas do Haaretz, alguns dos textos mais devastadores sobre o que está ocorrendo em Gaza. Aqui está mais um deles:

Essa guerra, talvez mais que as anteriores, está expondo as veias profundas da sociedade de Israel. Racismo e ódio erguem a cabeça, o vingancismo e a sede de sangue. A "tendência do comando" no exército de Israel hoje é matar, "matar o mais possível", nas palavras dos porta-vozes militares, na televisão. E ainda que falassem dos combatentes do Hamas, ainda assim essa disposição seria sempre horrenda.

A fúria sem rédeas, a brutalidade é chamada de "exercitar a cautela": o apavorante balanço do sangue derramado – 100 palestinos mortos a cada israelense morto – não levanta questões, como se Israel tivesse decidido que o sangue dos palestinos vale 100 vezes menos que o sangue dos israelenses, o que manifesta o inerente racismo da sociedade de Israel. Direitistas, nacionalistas, chauvinistas e militaristas são o bom-tom da hora. Ninguém fale de humanidade e compaixão. Só na periferia ouvem-se vozes de protesto – desautorizadas, descartadas, em ostracismo e ignoradas pela imprensa –, vozes de um pequeno e bravo grupo de judeus e árabes.Além disso tudo, soa também outra voz, a pior de todas. A voz dos cínicos e dos hipócritas. Meu colega Ari Shavit parece ser o seu mais eloquente porta-voz. Essa semana, Shavit escreveu nesse jornal ("Israel deve dobrar, triplicar, quadruplicar a assistência médica em Gaza", Haaretz, 7/1): "A ofensiva israelense em Gaza é justa (...). Só uma iniciativa imeditata e generosa de socorro humanitário provará que, apesar da guerra brutal que nos foi imposta, nos lembramos de que há seres humanos do outro lado."

Para Shavit, que defendeu a justeza dessa guerra e insistiu que Israel não poderia deixar-se derrotar, o custo moral não conta, como não conta o fato de que não há vitória possível em guerras injustas como essa. E, na mesma frase, atreve-se a falar dos "seres humanos do outro lado". Shavit pretende que Israel mate e mate e, depois, construa hospitais de campanha e mande remédios para os feridos? Ele sabe que uma guerra contra civis desarmados, talvez os seres mais desamparados do mundo, que não têm para onde fugir, é e sempre será vergonhosa.

Mas essa gente sempre quer aparecer bem. Israel bombardeará prédios residenciais e depois tratará os feridos e mutilados em Ichilov; Israel meterá uns poucos refugiados nas escolas da ONU e depois tratará os aleijados em Beit Lewinstein. Israel assassinará e depois chorará no funeral. Israel cortará ao meio mulheres e crianças, como máquinas automáticas de matar e, ao mesmo tempo falará de dignidade. O problema é que nada disso jamais dará certo. Tudo isso é hipocrisia ultrajante, vergonhoso cinismo.

Os que convocam em tom inflamado para mais e mais violência, sem considerar as consequências, são, de fato, os que mais se autoenganam e os que mais traem Israel. Não se pode ser bom e mau, ao mesmo tempo. A única "pureza" de que cogitam é "matar terroristas para purificar Israel", o que significa, apenas, semear tragédias cada vez maiores. O que está sendo feito em Gaza não é desastre natural, terremoto, inundação, calamidades em que Israel teria o dever e o direito de estender a mão aos flagelados, mandar equipes de resgate, como tanto gostamos de fazer. Toda a desgraça, todo o horror que há hoje em Gaza foi feito por mãos humanas – as mãos de Israel. Quem tenha mãos sujas de sangue não pode oferecer ajuda.

Nenhuma compaixão nasce da brutalidade. Pois ainda há quem pretenda enganar todos todo o tempo. Matar e destruir indiscriminadamente e, ao mesmo tempo, fazer-se de bom, de justo, de homem de consciência limpa. Prosseguir na prática de crimes de guerra, sem a culpa que os acompanha sempre. É preciso ter sangue frio. Quem justifica essa guerra justifica todos os crimes.

Quem prega mais guerra e crê que haja justiça em assassinatos em massa perde o direito de falar de moralidade e humanidade. Não existe qualquer possibilidade de, ao mesmo tempo, assassinar e reabilitar aleijados. Esse tipo de atitude é perfeita representação das duas caras de Israel, sempre alertas, ao mesmo tempo: praticar qualquer crime, mas, ao mesmo tempo, auto-absolver-se, sentir-se imaculado aos próprios olhos. Matar, demolir, espalhar fome e sangue, aprisionar, humilhar – e sentir-se bom, sentir-se justo (sem falar em não se sentir cínico). Dessa vez, os senhores-da-guerra não conseguirão dar-se esses luxos.

Quem justifica essa guerra justifica todos os crimes. Quem diga que se trata de guerra de defesa prepare-se para suportar toda a responsabilidade moral pelas consequências do que faz e diz. Quem empurra os políticos e os militares para ainda mais guerra, saiba que carregará a marca de Caim estampada na testa, para sempre. Os que apóiam essa guerra, apoiam o horror".

Tradução: Caia Fitipaldi

Bandalheira...

Ao circular nas ruas de Petrópolis, tenho a sensação de que demos um passo a trás na idéia de civilidade. A impressão é de que vivemos em uma cidade sem regras e que cada um pensa apenas no direito privado, em detrimento do direito coletivo.
Como não percebemos vontade política de nossos governantes em garantir os direitos dos cidadãos e as regras básicas de civilidade, resolvemos expor algumas imagens das bandalheiras de alguns petropolitanos.

Carro parado em fila dupla na Rua do Imperador, no dia 09 de janeiro de 2009, às 20h38min

Carro estacionado na calçada da Rua Treze de Maio no dia 09 de janeiro de 2009, às 20h44min

Detalhe da placa do carro da imagem acima

Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Repórter da Globo no Oriente Médio serviu o Exército de Israel...

Reproduzido do Blog "Cloaca News"

Correspondente da Globonews e do jornal O Globo não esconde seu desprezo pelos palestinos e diz que árabes são "burros" e "mentirosos"
.
Antes de ser a titular do blog
"O outro lado da Terra Santa (o Oriente Médio que você nunca viu)", abrigado na versão online do jornal O Globo, a carioca Renata Malkes manteve um outro blog, chamado "Balagan", que - ela mesma esclarece - significa "bagunça". Se você clicar aqui, verá que ela abandonou o blog, retirando de circulação todo o conteúdo postado. Mas, graças a uma engenhoca chamada Wayback Machine, todas as barbaridades que a jornalista escreveu de 2002 a 2007 ficaram arquivadas, para a sorte dos céticos (clique aqui para comprovar).


Não queremos fazer a caveira de ninguém, mas os pobres leitores de O Globo e os que levam a Globonews a sério deveriam ter o direito de saber quem é a repórter escalada por eles para trazer as notícias e as análises daquela parte do mundo.


Aqui, Renata Malkes exulta por ter seu blog reconhecido pelo jornal israelense Yediot Aharonot como um "warblog", ou seja, de divulgação da propaganda sionista.


Aqui, ela ataca os palestinos, ridiculariza os árabes e, de quebra, esculhamba a virilidade dos brasileiros.


Aqui, Renatinha destila baba sobre o MST, pelo apoio dos sem-terra à causa palestina.


Aqui, diz que os árabes são mentirosos.


Aqui, sobrou para a Venezuela; segundo ela, são "amigos dos brimos".


E aqui, cara leitora, caro leitor, você verá Renata Malkes exultante por realizar seu sonho de ser aceita no Exército de Israel. Não sabemos se a jornalista da Globo participou de alguma missão militar. Mas, a julgar pelo perfil da moça, não temos dúvidas do que ela seria capaz de fazer com um fuzil Galil na mão.Você seria capaz de imaginar pessoa mais isenta para mostrar "o Oriente Médio como você nunca viu"?


Algumas cenas do terror israelense...

Jovens de Israel são presos por se recusarem a participar do genocídio em Gaza...

No meio de tanta insanidade, alguma esperança vem dos jovens.
Um grupo de jovens entre 16 e 19 anos, identificados como Shministim, se recusaram a se alistar no exército de Israel, alegando objeção de consciência, e foram presos. Eles defendem um futuro de paz entre israelenses e palestinos e negam-se a pegar em armas.
Para saber mais, visito o site The Shministim.

Israel está violando a Convenção de Genebra, denuncia relator das Nações Unidas...

Reproduzido do Blog "RS Urgente"

"Os ataques israelenses ferem a Convenção de Genebra primeiramente porque punem coletivamente os palestinos residentes em Gaza, não fazendo distinção entre alvos civis e combatentes", disse nesta quarta-feira, em São Paulo, Richard Falk, relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios ocupados por Israel desde 1967. Segundo Falk, o bloqueio econômico mantido por Israel há 18 meses também está em desacordo com o direito internacional.

“A Convenção de Genebra diz que o país ocupante deve prover à população da zona ocupada condições dignas de sobrevivência”, lembrou Falk. “No entanto, o bloqueio israelense vem impedindo a entrada de alimentos, combustíveis e medicamentos em quantidade suficiente para suprir as necessidades dos habitantes de Gaza.”

No dia 14 de dezembro de 2008, Falk foi expulso do território israelense no que seria sua primeira missão como relator especial da ONU – uma reunião com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. Apesar de estar em visita oficial, ele foi detido por 15 horas antes de ser expulso do país. O governo israelense alegou que o diplomata é “anti-Israel”.

Jornalista inglês denuncia mentiras de Israel...


Reproduzido do Blog Carta Maior.

Em artigo publicado no jornal The Independent, o jornalista inglês radicado no Líbano, Robert Fisk, denuncia as mentiras contadas pelo governo de Israel para tentar justificar as atrocidades cometidas em Gaza (e atrocidades anteriores também). A Organização das Nações Unidas também rebateu a versão israelense, segundo a qual as escolas bombardeadas estariam abrigando militantes do Hamas. Sobre esse tema, Fisk, que é considerado um dos maiores especialistas hoje em Oriente Médio, escreve:

“O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham se preocupado em poupar civis. Todos os presidentes e primeiros-ministros que repetiram a mesma mentira, como pretexto para não impor o cessar-fogo, têm as mãos sujas do sangue da carnificina de ontem. O que aconteceu não foi apenas vergonhoso. O que aconteceu foi uma desgraça. ‘Atrocidade’ é pouco para descrever o que aconteceu. Falaríamos de ‘atrocidade” se o que Israel fez aos palestinos tivesse sido feito pelo Hamas. Israel fez muito pior. Temos de falar de ‘crime de guerra’, de matança, de assassinato em massa”.

A lógica de justificativas de Israel não é nova, acrescenta o jornalista:

“Reportei as desculpas que o exército de Israel tem oferecido ao mundo, já várias vezes, depois de cada chacina. Dado que provavelmente serão requentadas nas próximas horas, adianto algumas delas: que os palestinos mataram refugiados palestinos; que os palestinos desenterram cadáveres para pô-los nas ruínas e serem fotografados; que a culpa é dos palestinos, por terem apoiado um grupo terrorista; ou porque os palestinos usam refugiados inocentes como escudos humanos.

O massacre de Sabra e Chatila foi cometido pela Falange Libanesa aliada à direita israelense; os soldados israelenses assistiram a tudo por 48 horas, sem nada fazer para deter o morticínio; são conclusões de uma comissão de inquérito de Israel. Quando o exército de Israel foi responsabilizado, o governo de Menchaem Begin acusou o mundo de preconceito contra Israel. Depois que o exército de Israel atacou com mísseis a base da ONU em Qana, em 1996, os israelenses disseram que a base servia de esconderijo para o Hezbollah. Mentira.

Israel insinuou que os corpos das crianças assassinadas num segundo massacre em Qana teriam sido desenterrados e expostos para fotografias. Mentira. Sobre o massacre de Marwahin, nenhuma explicação. As pessoas receberam ordens, de um grupo de soldados israelenses, para evacuar as casas. Obedeceram. Em seguida, foram assassinadas por matadores israelenses. Os refugiados reuniram os filhos e puseram-se à volta dos caminhões nos quais viajavam, para que os pilotos dos helicópteros vissem quem eram, que estavam desarmados. O helicóptero varreu-os a tiros, de curta distância. Houve dois sobreviventes, que se salvaram porque fingiram estar mortos. Israel não tentou nenhuma explicação.

12 anos depois, outro helicóptero israelense atacou uma ambulância que conduzia civis de uma vila próxima – outra vez, soldados israelenses ordenaram que saíssem da ambulância – e assassinaram três crianças e duas mulheres, Israel alegou que a ambulância conduzia um ferido do Hezbollah. Mentira.

Fisk relata ainda que cobriu, como jornalista, todas essas atrocidades e investigou-as uma a uma, entrevistando sobreviventes:

"Muitos jornalistas sabem o que eu sei. Nosso destino foi, é claro, o mais grave dos estigmas: fomos acusados de anti-semitismo. Por tudo isso, escrevo aqui, sem medo de errar: agora recomeçarão as mais escandalosas mentiras.”

Uma outra mentira denunciada por Fisk é a de que o cessar-fogo em Gaza teria sido rompido pelo Hamas: "O cessar-fogo foi rompido por Israel, primeiro dia 4/11; quando bombardeou e matou seis palestinenses em Gaza e, depois, outra vez, dia 17/11, quando outra vez bombardeou e matou mais quatro palestinos", escreve.

(Trechos do artigo traduzidos por Caia Fitipaldi)

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Crime de guerra na Palestina...

Picnic de corpos e sangue...

"A tower of white smoke rose from the northern Gaza town of Beit Hanoun after another Israeli bombardment Monday morning, and a half-dozen Israelis, perched on a dusty hilltop, gazed at the scene like armchair military strategists. Avi Pilchick took a long swig of Pepsi and propped a foot on the plastic patio chair he had carried up the hillside to watch the fighting. "They are doing good," Pilchick, 20, said of Israeli forces battling Palestinian militants in Gaza, "but they can do more."

Quem são os terroristas?

Segundo fontes, 660 palestinos já foram mortos, vítimas dos mísseis e armas de Israel. Outros 2950 palestinos estão feridos, alguns sem condições de reberem tratamento adequado, pois o certo de Israel à Gaza, já dura quase um ano.
Dos mortos, 214 são crianças.
Quem na verdade são os terroristas?

Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Meu Presidente...

“Está provado é que a ONU não tem coragem de tomar uma decisão de colocar paz naquilo lá. E não tem coragem porque os EUA tem o poder de veto e portanto as coisas não acontecem”

Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

The ballad of love and hate...

Love writes a letter and sends it to hate.
My vacations ending.
I'm coming home late.
The weather was fine and the ocean was greatand I can't wait to see you again.

Hate reads the letter and throws it away.
"No one here cares if you go or you stay.
I barely even noticed that you were away.
I'll see you or I won't, whatever."

Love sings a song as she sails through the sky.
The water looks bluer through her pretty eyes.
And everyone knows it whenever she flies,and also when she comes down.

Hate keeps his head up and walks through the street.
Every stranger and drifter he greets.
And shakes hands with every loner he meetswith a serious look on his face.

Love arrives safely with suitcase in tow.
Carrying with her the good things we know.
A reason to live and a reason to grow.
To trust. To hope. To care.

Hate sits alone on the hood of his car.
Without much regard to the moon or the stars.
Lazily killing the last of a jarof the strongest stuff you can drink.

Love takes a taxi, a young man drives.
As soon as he sees her, hope fills his eyes.
But tears follow after, at the end of the ride,cause he might never see her again.

Hate gets home lucky to still be alive.
He screams o'er the sidewalk and into the drive.
The clock in the kitchen says 2:55,
And the clock in the kitchen is slow.

Love has been waiting, patient and kind.
Just wanting a phone call or some kind of sign,
That the one that she cares for, who's out of his mind,
Will make it back safe to her arms.

Hate stumbles forward and leans in the door.
Weary head hung, eyes to the floor.
He says "Love, I'm sorry", and she says, "What for?I'm your and that's it,
Whatever.
I should not have been gone for so long.
I'm your's and that's it, forever.

"You're mine and that's it, forever".

The Avett Brothers

Domingo, 7 de Dezembro de 2008

Fabuloso... Stand by me...

Um belo trabalho... um projeto que pretende trazer a idéia de mudança, de paz, através da música... unindo em uma mesma canção, um mesmo arranjo, artistas de rua do mundo inteiro.

Visite o site: Fundação Playing for change